Olá meninas, hoje eu me emocionei muito.Estava vasculhando meus arquivos e encontrei uma imagem que meu esposo salvou pra mim, provavelmente por achar que eu gostaria muito dela. Mal sabe ele a alegria que ela me troxe.
Ela me levou de volta a minha infância, mais precisamente a um livro que lí e nunca mais esqueci, O CASO DA BORBOLETA ATÍRIA. Foi minha primeira leitura e tenho certeza de que comecei com o pé direito.Tinha todo um encanto.Cada palavra, cada linha, cada página me envolvia e eu não conseguia parar de ler.Não me lembro ao certo quanto tempo levei para pra terminá-lo, mas sei que cada vez que eu abria aquele livro eu voava para uma floresta cheias de insetos e árvores gigantescas.Como já faz muito tempo, eu fui procurar na net alguma coisa que me fizesse recordar melhor e encontrei este pequeno texto
:

O caso da borboleta Atíria
Lúcia Machado de Almeida (Ática, 1999)
Clássico dos clássicos de quem viveu a infância e a pré-adolescência nos anos 70-80, O caso da borboleta Atíria faz parte da Coleção Vagalume, uma série de livros que marcaram época (O escaravelho do diabo, O cachorrinho Samba, A montanha mágica, Spharion - esse vale um post -, A ilha perdida, O mistério do cinco estrelas...). Li nem sei quantas vezes, todas sentindo a mesma aflição pelo defeito na asinha de Atíria, a curiosidade para saber quem estava matando as borboletas da floresta, o sofrimento pela câmara de tortura dos insetos e o medo do Esqueleto-vivo. Imagina, o vilão do livro se chama Esqueleto-vivo!
Atíria é uma borboleta órfã criada por uma Jitiranabóia. Por causa de um defeito em suas asinhas, ela não pode voar longas distâncias - e todos os insetos colaboram para ajudá-la em suas revoadas pela mata. Só que de repente surge um perigo para o mundo das borboletas: um ser misterioso - uma mariposa? uma coruja? - começa a matar algumas delas. Quando Atíria conhece o Príncipe Grilo, sua vida também passa a correr perigo. E corajosamente a borboletinha vai enfrentar os inimigos (e passar pela tal câmara de tortura, e enfrentar o Esqueleto-vivo) até desvendar todo o mistério.
Lúcia Machado de Almeida (Ática, 1999)
Clássico dos clássicos de quem viveu a infância e a pré-adolescência nos anos 70-80, O caso da borboleta Atíria faz parte da Coleção Vagalume, uma série de livros que marcaram época (O escaravelho do diabo, O cachorrinho Samba, A montanha mágica, Spharion - esse vale um post -, A ilha perdida, O mistério do cinco estrelas...). Li nem sei quantas vezes, todas sentindo a mesma aflição pelo defeito na asinha de Atíria, a curiosidade para saber quem estava matando as borboletas da floresta, o sofrimento pela câmara de tortura dos insetos e o medo do Esqueleto-vivo. Imagina, o vilão do livro se chama Esqueleto-vivo!
Atíria é uma borboleta órfã criada por uma Jitiranabóia. Por causa de um defeito em suas asinhas, ela não pode voar longas distâncias - e todos os insetos colaboram para ajudá-la em suas revoadas pela mata. Só que de repente surge um perigo para o mundo das borboletas: um ser misterioso - uma mariposa? uma coruja? - começa a matar algumas delas. Quando Atíria conhece o Príncipe Grilo, sua vida também passa a correr perigo. E corajosamente a borboletinha vai enfrentar os inimigos (e passar pela tal câmara de tortura, e enfrentar o Esqueleto-vivo) até desvendar todo o mistério.
Ela á tão apixonada quanto eu!Isabel, obrigada por compartilar esta alegria conosco.
Eu infelizmente perdi o livro, mas graças a Deus que existe internet né gente?rsrs Pois é, eu o copiei e quem quizer é só pedir que eu envio.Deixe seu e-mail, vou amar compartilhar ele com vocês!
Pra quem não leu eu recomendo e digo que vale a pena ler, quem já leu com certeza quer muito ler novamente!!!!
Bom quero dizer que não sou boa em escrever, tanto é que sempre venho aqui postar meus trabalhos artesanais.Mas realmente fiquei muito feliz de ter relembrado um pouco dessa estória, e com certeza vou ler este livro de novo. Bjs!